Poucas viagens no mundo reúnem tanto num só fôlego: a China imperial, o Tibete espiritual do Palácio de Potala, o Nepal milenar de Katmandu e o Butão, o reino budista que mede a felicidade — encadeados ao longo da cordilheira do Himalaia.
Começamos em Pequim, com a Cidade Proibida, o Templo do Céu e a Grande Muralha. De lá subimos ao Tibete: Lhasa a 3.650 metros, o imenso Palácio de Potala, o Templo de Jokhang cercado de peregrinos e os grandes mosteiros de Drepung e Sera, onde os monges debatem ao entardecer. Descemos a Katmandu, uma das cidades mais antigas do mundo, com suas praças Durbar e a estupa de Swayambhunath.
E então o Butão — o ponto alto emocional. Thimphu e seu Grande Buda de 51 metros, o Passo de Dochu-la com a cordilheira à frente, os dzongs-fortaleza de Punakha, e o inesquecível Mosteiro de Taktsang, o Ninho do Tigre, pendurado num paredão 600 metros acima do vale de Paro.
É o grande bucket-list do Himalaia — cultura, espiritualidade e montanha — conduzido com curadoria e o cuidado da Andre Travel, com André acompanhando o grupo desde a saída do Brasil. Marcamos abril, a primavera do Himalaia: rododendros floridos, o céu mais limpo e as montanhas à mostra.
O dia a dia da viagem
15 dias · 14 noites · Pequim · Lhasa · Nagarkot · Katmandu · Thimphu · Punakha · Paro
Embarque em Guarulhos
A viagem começa no Brasil, com o André junto desde o aeroporto. O voo internacional sai de Guarulhos com conexão e chega a Pequim no dia 10 de abril — dependendo da rota escolhida, o embarque acontece um ou dois dias antes. O aéreo internacional não está incluído no valor: pesquisamos e orientamos a compra para que você consiga a melhor tarifa, e viajamos todos no mesmo voo.
Chegada a Pequim
Recepção no aeroporto e traslado ao hotel, no centro de Pequim. Dia de chegar com calma e ajustar o relógio.
A China imperial
A Praça Tiananmen e a Cidade Proibida, onde viveram vinte e quatro imperadores. Do alto do Parque Jingshan, a vista que revela o tamanho do palácio inteiro. À tarde, o Templo do Céu. Café da manhã e almoço incluídos.
A Grande Muralha
A Grande Muralha em Mutianyu, o trecho mais bonito e menos concorrido, com teleférico na subida e na descida. No caminho de volta, o Ninho de Pássaro e o Cubo d'Água, por fora. Café da manhã e almoço incluídos.
Voo ao teto do mundo
Voo a Lhasa, a 3.650 metros de altitude. A tarde é de descanso, de propósito: a aclimatação é o que garante os dias seguintes. Café da manhã incluído.
Potala, Drepung e a Barkhor
O Palácio de Potala, palácio de inverno do Dalai Lama e o edifício mais imponente do Himalaia. O Mosteiro de Drepung, que já abrigou 7.700 monges. E a Rua Barkhor, o caminho circular por onde os peregrinos giram em volta do templo mais sagrado do budismo tibetano. Café da manhã e almoço incluídos.
O debate dos monges
O Mosteiro de Sera, onde no fim da tarde os monges debatem filosofia no pátio, batendo palmas a cada argumento — uma das cenas mais vivas do Tibete. Café da manhã e almoço incluídos.
Lago Yamdrok e voo ao Nepal
O lago sagrado Yamdrok, de um azul que não parece real, e o voo para Katmandu. Já no Nepal, a Praça Durbar de Bhaktapur — cidade medieval preservada — e depois carro privativo até Nagarkot, na crista da montanha. Café da manhã, almoço e jantar incluídos.
Nagarkot e Patan
O amanhecer em Nagarkot, com a cordilheira do Himalaia no horizonte em dia claro. Descida a Patan: a Praça Durbar, o Museu de Patan, o Krishna Mandir de pedra, os templos Bhimsen e Vishwanath e a Janela e a Porta Douradas. Café da manhã, almoço e jantar incluídos.
Katmandu, dos macacos à grande estupa
A Praça Durbar de Katmandu, o templo de Swayambhunath — o dos macacos, no alto da colina —, a grande estupa de Boudhanath e os templos de Guhyeshwori e Pashupatinath, às margens do rio sagrado. Café da manhã, almoço e jantar incluídos.
Voo cênico ao Butão
Um dos pousos mais espetaculares do mundo: o voo a Paro entra por entre as montanhas. De lá, carro até Thimphu, a capital. Café da manhã incluído.
Dochu-la e Punakha
O Passo de Dochu-la, a 3.050 metros, com os 108 chortens e a cordilheira à frente em dia limpo. Chimi Lhakhang, o templo da fertilidade no meio dos arrozais, e a Punakha Dzong, entre dois rios — para muitos, o edifício mais bonito do Butão. Dormimos em Punakha, num vale mais baixo e mais quente. Pensão completa.
Thimphu e o caminho a Paro
O Instituto Zorig Chusum, escola das treze artes tradicionais; o Simply Bhutan, museu vivo da cultura butanesa; o Grande Buda de 51 metros do Kuensel Phodrang e o Memorial Chorten. No fim do dia, carro até Paro. Pensão completa.
O Ninho do Tigre
O dia que coroa a viagem: a subida ao Mosteiro de Taktsang, agarrado a um paredão 600 metros acima do vale — o lugar que todo butanês sonha visitar uma vez na vida. A pé ou de pônei, no seu ritmo. À tarde, a Rinpung Dzong e o Ta Dzong. Pensão completa.
De volta a Katmandu
Voo de Paro a Katmandu pela manhã e o resto do dia livre — para as compras, para um templo que faltou, ou simplesmente para descansar. Esta noite extra não é passeio: é a margem de segurança contra atrasos de voo no Himalaia, e por isso ela está no programa. Café da manhã incluído.
Voo de volta ao Brasil
Traslado ao aeroporto internacional de Katmandu e voo de retorno, com a bagagem cheia de uma das viagens mais marcantes que existem. Café da manhã incluído.
Onde ficamos
14 noites · hotéis 4★ bem localizados, todos com café da manhã
Hotéis 4★ bem localizados
Hotéis 4★ bem localizados em cada cidade, todos com café da manhã — em Lhasa, com o Palácio de Potala à vista; em Katmandu, no centro histórico. No Butão, onde a hotelaria é naturalmente mais simples, usamos a melhor categoria disponível em cada vale. A seleção final é confirmada no fechamento do grupo.