A Costa Rica tem 5% de toda a biodiversidade do planeta concentrada em um país do tamanho do Estado do Espírito Santo. Vulcões ativos, florestas de nuvem, costa do Pacífico com tartarugas e baleias, e uma preguiça a cada árvore — é o destino de natureza tropical mais acessível e variado das Américas.
O país dedicou 25% do seu território a reservas naturais — a maior proporção do mundo. Isso significa que você atravessa uma estrada e entra num parque nacional com jaguares, tapires, quetzais e cobras-coral. E a viagem termina na costa do Pacífico: água morna, pôr do sol sobre o mar aberto e o calor de volta depois de dias de montanha.
O vulcão Arenal (1.670m) é um dos vulcões mais bonitos do mundo — um cone perfeito que fumegou continuamente por 42 anos até 2010. As fontes termais ao redor do vulcão, aquecidas pelo magma, são um destaque à parte: piscinas naturais de 38°C com vista para o cone vulcânico entre a floresta.
Monteverde é a floresta de nuvem mais famosa do mundo — onde a floresta vive literalmente dentro das nuvens, criando um microclima de alta umidade que sustenta um ecossistema único: bromélias, orquídeas, sapos venenosos e a quetzal, o pássaro mais belo das Américas (penas verdes metálicas e caudas de 60cm). A tirolesa sobre o dossel da floresta nuvem é opcional mas inesquecível.
Dia a dia
Onze dias de viagem, dez deles na Costa Rica — vulcões, floresta de nuvem e a costa do Pacífico
Chegada a San José
Chegada ao aeroporto de San José e traslado ao hotel. O dia não tem programa de propósito: cada uma chega no seu voo e no seu horário, sem correria e sem perder nada. À noite, jantar de boas-vindas com comida costarriquenha — o gallo pinto, o casado e o primeiro café de altitude da viagem.
San José → o vulcão Arenal
Subida até a região do Arenal, com parada numa fazenda de café das montanhas centrais — do pé à xícara, que é onde se entende por que o café daqui é o que é. Chegada ao pé do cone perfeito do vulcão, e jantar.
Pontes suspensas e águas termais
Caminhada por pontes suspensas na altura da copa das árvores — é de lá que se vê o que não se vê do chão. Depois, uma catarata de setenta metros caindo dentro da floresta, numa piscina natural cor de esmeralda. À tarde, banho nas águas termais aquecidas pelo próprio vulcão.
O vulcão e a vida ao redor dele
Trilha pelos campos de lava solidificada da erupção de 1968, com a floresta jovem crescendo por cima da pedra. E uma tarde com as preguiças, de perto e sem pressa — elas não têm outra velocidade.
Arenal → Monteverde
Travessia pela estrada de montanha, com o Lago Arenal de um lado e o vulcão se despedindo do outro. Chegada a Monteverde e a primeira impressão da floresta de nuvem: a névoa que não levanta, o ar que fica na pele.
A floresta de nuvem
Caminhada ao amanhecer numa reserva de floresta de nuvem, com guia naturalista — é a hora em que os pássaros se mostram, o quetzal entre eles, e há mais orquídeas do que qualquer pessoa consegue contar. Mais tarde, um engenho da região: cana, chocolate e café feitos à mão, para provar. À noite, caminhada guiada no escuro — a floresta troca de habitantes depois que o sol se põe, e essa é a hora de conhecê-los.
Descida ao Pacífico
Manhã na montanha e descida até a costa. A temperatura sobe, o ar muda de cheiro, e a viagem entra na sua última paisagem — o oceano aberto depois de seis dias de floresta.
O Pacífico, e o sol caindo nele
Dia à beira do mar, sem hora marcada — depois de Arenal e Monteverde, o corpo pede. No fim da tarde, saída de catamarã com refeição a bordo, para ver o sol cair no Pacífico: o encerramento que a viagem pede.
Manhã no mar, e volta a San José
Manhã livre na praia. À tarde, volta a San José, onde o grupo passa a última noite — perto do aeroporto, de propósito, para que os voos do dia seguinte caibam todos, seja qual for o horário de cada uma.
San José → São Paulo
Dia livre em San José até o horário de cada voo, com traslado ao aeroporto. Chegada ao Brasil no dia 26. A Costa Rica junta mais vida em menos espaço que qualquer outro lugar das Américas — e ir embora custa mais do que se imaginava na chegada.
- 9 noites de hotel com café da manhã — San José, Arenal, Monteverde e a costa do Pacífico
- Veículo só para o nosso grupo, com motorista, durante toda a viagem
- Guia naturalista certificado, acompanhando o grupo do 2º ao 7º dia
- Uma fazenda de café nas montanhas centrais
- Pontes suspensas na floresta do Arenal
- Uma catarata de setenta metros dentro da floresta
- Banho nas águas termais aquecidas pelo vulcão
- Trilha pelos campos de lava de 1968
- Encontro com as preguiças
- Floresta de nuvem ao amanhecer, com guia naturalista
- Um engenho de cana, chocolate e café da região
- Caminhada noturna guiada na floresta
- Catamarã ao pôr do sol, com refeição a bordo
- Três jantares — o de boas-vindas, um no Arenal e o de despedida
- André Andrade acompanhando o grupo do embarque no Brasil até a volta
- Voo internacional Brasil ⇄ Costa Rica
- Seguro viagem (recomendado)
- Almoços e jantares não mencionados no roteiro
- Bebidas nas refeições
- Tirolesa em Monteverde (opcional, contratada no local)
- Gorjetas de guias e motoristas
- Gastos pessoais
⭐ O acompanhante da Andre Travel gerencia eventualidades e garante a tranquilidade dos viajantes durante toda a jornada.
Sobre o ritmo: este é um roteiro de natureza, não de esforço. Os deslocamentos entre San José, Arenal, Monteverde e a costa são feitos de veículo, e as visitas têm caminhadas curtas em trilha de terra — pontes suspensas, a floresta de nuvem, o entorno do vulcão. A caminhada noturna na floresta é em ritmo lento, para escutar mais do que andar. Há um dia inteiro à beira-mar sem hora marcada, e a tirolesa de Monteverde é opcional e contratada no local por quem quiser. Não há trilha longa nem dia de exigência física no roteiro.
🌿 A Costa Rica não exige visto para brasileiros. Língua oficial: espanhol (inglês amplamente falado em áreas turísticas).
🐋 Baleias jubarte visitam a costa do Pacífico de outubro a março. Cavalos-marinhos e tartarugas são avistados durante todo o ano.
ℹ️ A organização reserva-se ao direito de promover alterações no roteiro por motivos técnicos ou imprevistos, visando sempre a qualidade e segurança da viagem.